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A relação entre jogos e esportes


Toda vez que você pensa em videogames, se você tem mais de 40 anos, eu não tenho dúvidas em afirmar que vem à sua cabeça a imagem de um jovem cheio de espinhas na cara, acima do peso e com dificuldades para se relacionar socialmente, certo?

Pois sinto informar que esse esteriótipo já há bastante tempo caiu por terra. Com uma média de idade superior a 20 anos, o jogador de videogames já possui sua renda própria, família e transformou-se num digital influencer. (Prometo voltar no termo outro dia, hoje o foco é outro.)

Para desfazer por completo aquela imagem inicial, só faltou derrubar o mito do sedentarismo, ou do game como antagonista do mundo dos esportes. E os exemplos são variados, em uma intersecção que não só leva jogadores ao patamar de atletas como também traz os atletas tradicionais para dentro do universo dos games.


Games e esportes: tudo a ver

O primeiro caminho de conexão é bastante claro: as marcas que criam videogames buscam os esportes mais populares e desenvolvem simuladores dos mesmos. É claro que você já se deparou com uma partida de futebol na TV, perguntou que horário de jogo era aquele da Champions League que você não lembrava e a resposta foi: -"É videogame, cara!".

Personagens reais, times de verdade, regras do mundo real, marcas oficialmente licenciadas e um nível de trabalho gráfico/técnico que faz qualquer um confundir o Neymar digital com o real se não prestar bastante atenção são uma das demonstrações da força dessa ligação entre os esportes modernos e os esportes eletrônicos.

A GF Corp mesmo, em momentos diversos, já realizou campeonatos de jogos de futebol, com centenas de participantes e valendo prêmios altos. Mas será que essa relação entre games e esportes pode ir além dos simuladores?


E-sports: reflexos rápidos e mente aguçada

É claro que não demoraria para que os campeonatos promovidos com jogos simuladores de esportes modernos começassem a incluir também jogos com perfil mais disputado.

Jogos de luta (Street Fighter, Tekken, Mortal Kombat), jogos de tiro (Counter-Strike, Battlefield, Call of Duty), de estratégia (Starcraft), cartas (Hearthstone, Gwent), além dos badaladíssimos DotA e League of Legends ganharam um cenário competitivo multimilionário, que já tem audiência online superior a final da clássica final do NFL, o Super Bowl.

Com regras claras e combinadas antes do início das partidas, possibilidade de melhorar pelo treinamento, ranqueamento e outros detalhes que unificam os esportes modernos, os e-sports já garantiram seu lugar dentre os esportes.

Mas fica sempre aquela questão: se não tem movimento, pode ser chamado de esporte?


Eu me remexo muito

Pois a pergunta não poderia ser mais pertinente, e com maior quantidade de respostas possíveis.

Se a ideia for ventilar a hipótese de que não havendo movimento não é esporte, então os chamados "esportes da mente", como o xadrez e mesmo os esportes adaptados para deficientes físicos poderiam sofrer uma revisão em sua nomenclatura, o que - obviamente - não é ventilado por ninguém.

Mas se ainda assim a pessoa precisar ver o outro suando para chamar de esportes, os jogos capazes de captar movimentos são uma demonstração bastante clara de que os ambientes virtuais e físicos podem se integrar e trazer resultados bastante interessantes.

Veja o caso do "Just Dance World Cup", campeonato mundial do jogo de dança da companhia francesa Ubisoft, que se tornou uma febre em festas e eventos. A empresa organiza já há bons anos, um evento com etapas nacionais para achar os melhores atletas/performers e depois leva todos a uma final mundial, com premiação em dinheiro e despesas pagas, que em 2019, inclusive, acontecerá no Brasil!


Pensando nisso...

Por aqui, a gente está sempre pensando em como fazer acontecer essa combinação. Para isso, no ambiente empresarial, a GSA - Gamer Social Arena - está sempre apresentando jogos e simuladores que mostram como os jogos modernos e eletrônicos podem caminhar lado-a-lado e promover muita diversão.

Já para escolas, formatos da vertical de produtos "Máquina do Esporte e Ação" trazem justamente a possibilidade de levar os esportes - inclusive os radicais ou de inverno, por exemplo - a ambientes mais seguros e possíveis para os alunos.

Que tal vir conversar com a gente? Clique aqui e aproveite!

#jogoscolaborativos #esports

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Vamos falar sobre jogos?

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